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Como ensinar multiplicação?
A multiplicação é muito fácil e ela está na nossa vida desde quando éramos pequenos.
Comece com um exemplo: Lucas tem 3 prateleiras com 5 carrinhos em cada uma. Se ele somar os seus brinquedos, ele vai contar 5 carrinhos em cada prateleira. Então ele repetiu na soma 3 vezes 5 carrinhos.
Então, se podemos somar, por que você precisamos saber multiplicar?
Uma padaria faz diariamente 9 bandejas com 36 salgadinhos. Quantos salgadinhos a padaria faz por dia? Será que o dono da padaria vai precisar somar 36 + 36 + 36.. por 9 vezes?
É por isso que usamos a multiplicação, porque ela ajuda a resolver mais rapidamente esse tipo de conta.
A multiplicação é uma forma fácil de somar números iguais.
Na tabuada da multiplicação, não começamos a tabuada pelo 0, porque todo número multiplicado por 0 é igual a 0.
Por exemplo, 0 vezes um lápis, é zero. Por isso que 0 vezes qualquer número ou qualquer quantidade é zero.
Na tabuada do 1, usando o exemplo do lápis, 1 vez o lápis é igual a 1, porque repetimos o lápis uma única vez.
Aqui temos 1 repetido 3 vezes na soma…
Os termos que usamos, por exemplo 2 x 4 são chamados de fatores e o resultado, por exemplo 2 x 4 = 8, é chamado de produto.
O fator 6 x 7, como podemos resolver?
Se o aluno ainda não souber de cabeça, ele pode encontrar saídas baseadas na soma.
Porque o importante é entender como funciona a multiplicação e chegar no resultado correto. Depois o aluno pode até decorar a tabuada.
Uma solução que o aluno pode recorrer é repetindo 7 "risquinhos" 6 vezes.
Vai chegar um momento que o aluno vai querer saber a tabuada de cor para não precisar fazer risquinhos ou contar no dedo.
Explicando a multiplicação por 2 algarismos. Vamos resolver a multiplicação 4 x 31.
O que é 31? É 30 + 1, ou seja, 3 dezenas e 1 unidade.
Multiplicamos as unidades primeiro e depois resolvemos as dezenas.
Se quiser assistir ao vídeo completo com a explicação da multiplicação básica. Assista abaixo:
Antes de conhecermos os números que usamos hoje, os romanos inventaram seus próprios números.
Vamos aprender o que são algarismos romanos.
Os algarismos romanos são formados pelas letras: I, V, X, L, C, D e M… cada letra tem um valor numérico.
Por exemplo, como você escreveria a idade de uma criança de 8 anos em números romanos?
Você vai decompondo os números, ou seja, separando o 8 conforme você viu a tabela em romanos, 8 é 5 + 3, mas em romanos não temos uma representação para o número 3, então você separa mais uma vez. O 3 vai ser igual a 1 + 1 + 1, que em romanos o 1 é representado pela letra I.
Então a idade da criança será em romanos: VIII
Mas, existem algumas regras para você converter um número para algarismo romano da forma correta.
Primeira regra: os símbolos dos números romanos são escritos da esquerda para a direita e do maior valor para o menor valor.
Veja esse exemplo:
Vamos converter o número 17 para algarismos romanos:
Em decimal, 17 é 10 + 5 + 1 + 1, convertendo para romanos:
10 é X
5 é V
1 é I
então ficamos com:
10 + 5 + 1 + 1
XVII
Segunda regra: em algarismos romanos, quando um símbolo de valor menor é colocado antes de um símbolo que tem o valor mais alto, significa que ele tem que ser subtraído.
Dessa forma:
Em romanos, I e V (IV) significa em decimal 5 - 1 = 4
Se uma criança tem 9 anos é assim que escreve o 9 em romanos: I e X (IX), sabemos que o X é 10 e que o I é 1, então fazemos 10 - 1 é igual a 9.
Terceira regra:
No máximo você só pode repetir 3 vezes seguidas o mesmo símbolo.
Você não pode escrever o número 4 desta forma IIII. O 4 vai será IV que em decimal é 5 -1 = 4.
É por isso que o 8 é representado como VIII e o 9 como IX, porque não podemos repetir mais de três vezes o mesmo símbolo.
Você não pode, por exemplo, escrever o número 90 dessa forma LXXXX.
Quarta regra: Os símbolos que representam um número contendo 5, por exemplo 5, 50, 500 só podem ser utilizados para somar, nunca para subtrair. Ou seja, ele nunca aparecerá antes de outro número.
Vimos na terceira regra que só podemos repetir 3 vezes seguidas o mesmo símbolo.
Por exemplo. De que modo você poderia escrever 45 em romanos? A forma lógica de escrever o número 45 seria VL. Ou seja, o número 50 (L) menos o número 5 (V).Mas isso não é possível. Então fazemos X que é igual 10, depois L que é 50, ficando 50 - 10 que é 40 e depois somamos o V que é 5.
Então 45 em romanos é igual a XLV.
Outro exemplo, se você quer escrever 95, você faz, 100 - 10 + 5, assim fica em romanos:
100 é a letra C, antes dele você coloca o X que é 10 e na frente do C você coloca o V, somando mais 5.
Então, XCV é em decimal: 100 - 10 + 5 = 95.
Quinta regra: Um símbolo de subtração não pode ser duplicado. Como assim?
Você não pode converter o número 30, fazendo 50 - 20 (dessa forma XXL) pra escrever o 30 você coloca XXX, 10 + 10 + 10.
Sexta regra: Você só pode usar um símbolo de subtração com os próximos dois símbolos maiores.
Veja na tabela, o I, que é 1 em decimal, só pode ser usados antes do V e do X,
o X só pode ser usado antes do L e do C, e o C só pode ser usado antes do D e do M.
Lembrando que não usamos símbolos que tenham o 5 antes de outros símbolos.
Como você pode ver pelas explicações acima, que você precisa saber como somar e subtrair para usar algarismos romanos corretamente!
Seu aluno está aprendendo a somar e ainda está achando complicado?
Essa soma na reta que vamos fazer é muito simples.
Pegue uma régua e faça uma reta em uma folha. Agora, cada centímetro da régua você marca na sua reta com pequenos tracinhos.
Vamos somar 5 + 6, como você fazemos essa soma na reta?
Vamos marcar 5 pontinhos na reta e mais 6 pontinhos na frente.
Agora some os pontinhos:
Dessa forma é mais fácil para o seu aluno resolver continhas de adição.
Você já ouviu falar de palavras que são a igual para a frente e para trás? Isso são palíndromos, mas hoje, vamos falar de palíndromos na matemática!
Aqui estão alguns exemplos de palavras clássicas do palíndromo:
arara;
asa;
ele;
esse;
Mas, é claro, vamos incluir alguns exemplos de frases também:
A mala nada na lama.
A grama é amarga.
Agora, vamos falar de Palíndromos na Matemática
Claro, você também pode ter números palíndromos, como: 99, 202 e 3003.
Mas você conhece outros números que são palíndromos?
Se você adicionar um número mais seu reverso, eventualmente encontrará um número palíndromo.
Aqui está um exemplo:
Vamos começar com 56.
Adicione o inverso: 56 + 65
Temos 121. É um palíndromo!
Aqui está um um pouco mais complicado:
Comece com 58
Adicione o reverso: 58 + 85
Temos 143, ainda não é um palíndromo
Adicione o reverso: 143 + 341
Temos 484, um palíndromo!
Também existem datas palíndromas:
Essa já passou 20-02-2002
Mas teremos datas palìndromas no futuro, olha essa aqui 13/02/2031
Agora na multiplicação:
Por exemplo 11 x 11
que é 121
Multiplicamos 111 x 111
Temos 12321
Na adição também tem palíndromos:
12 + 21 = 33
e essa soma aqui
5222 + 2225 = 7447
Agora é sua vez. Pensa aí nos palíndromos que você conhece!
Você já conhece o nosso canal no youtube? Nós temos postado conteúdos de matemática semanalmente. Clique no link abaixo e conheça! Um grande abraço e fique com Deus!
https://www.youtube.com/ContosdoRei/
Você já se perguntou como surgiu o dinheiro que usamos no nosso dia a dia?
O dinheiro nem sempre foi como conhecemos hoje. Bem antigamente, quando as pessoas começaram a viver em grupos, elas sentiram necessidade de se ajudarem. Foi então que surgiram as trocas.
O que eram essas trocas? Por exemplo, uma pessoa tinha muitos pêssegos e uma outra pessoa tinha muitas maçãs, então elas trocavam suas frutas…
Também podia acontecer de trocas por serviços. Uma pessoa poderia construir uma casa para outra pessoa em troca de gados, ovelhas, cabritos. Essa troca também era considerada como um salário. Uma pessoa trabalhava para outra em troca de alimentos, por exemplo.
Mas o tempo foi passando e surgiu o comércio, um local onde as pessoas de um lugar saiam pra trocar as suas coisas com outras pessoas. Nesse lugar eles trocavam de tudo, trigo para fazer pão, aveia, legumes, frutas e verduras, também trocavam galinhas, bois, carneiros e outros animais que proporcionavam leite, ovos, queijo e lã para fazer suas roupas..
Nessa época eles chamavam essas trocas de Escambo. E esse sistema de trocas durou por vários séculos.
Na verdade, até hoje nós trocamos algumas coisas. E você já fez algum escambo na sua vida? Mas como você deve imaginar, essas trocas davam muito trabalho, porque as pessoas percorriam longos caminhos transportando seus produtos para serem trocados.
Foi a partir de então que as pessoas passaram a usar metal, como o ouro por exemplo, como meio de pagamento. E carregar um pouco de ouro era bem mais fácil do que levar diversas cabras para trocar no comércio. O metal também era bonito e mais fácil para avaliar o seu valor. No início o metal era usado em sua forma natural, como eles achavam na natureza, ou em forma de joias. Mas com o passar do tempo as pessoas perceberam que seria mais fácil para os comerciantes se o metal seguisse uma padronização, ou seja, tivesse o mesmo grau de pureza e o mesmo peso. Foi então que eles começaram a fabricar suas moedas usando ouro e prata, porque eram metais bonitos e com maior durabilidade.
Só que ao longo tempo ficou mais difícil encontrar ouro. Então as moedas de ouro começaram a ser substituídas por metais menos raros, como cobre e ferro, por exemplo. Mas o valor da moeda continuou o mesmo e quem tinha mais moedas era muito rico.
Como você pode imaginar, quando o ouro ficou mais raro, ele também ficou mais caro. Então vários negociantes de ouro e prata passaram a ter cofres para guardar seus metais caros, e como eles tinham guardas cuidando dos seus bens o tempo todo, eles passaram a cuidar do dinheiro das outras pessoas. Funcionava como um banco, eles guardavam o dinheiro das pessoas em seus cofres e davam a elas recibos, que serviam para comprovar que o dinheiro das pessoas estava com eles.
Já que era mais seguro carregar um recibo de papel em vez de carregar suas moedas, as pessoas levavam seus comprovantes com elas. Então com o passar do tempo, esses recibos começaram a servir como meio de pagamento. Se uma pessoa queria comprar algo com o seu dinheiro, que estava no cofre, bastava pagar com aquele recibo. Então surgiu o “papel moeda”, que conhecemos como notas ou cédula de banco, o dinheiro que usamos até hoje, e ao mesmo tempo surgiram os bancos.
Depois de um tempo as pessoas preferiram usar as notas de papel e as moedas metálicas foram ficando desvalorizadas, hoje usamos as moedas para pagamentos de valores mais baixos e as notas são mais valorizadas.
O nosso dinheiro continua a evoluir. Você já notou que os cartões de crédito e débito estão substituindo as cédulas, hoje em dia é comum as pessoas não carregarem mais notas em suas carteiras e levarem seus cartões para as lojas e supermercados. Além disso, as cédulas estão perdendo espaço para o dinheiro eletrônico, as pessoas mantêm o seu dinheiro em um banco virtual e podem realizar qualquer pagamento com esse dinheiro, só que no mundo virtual, ou seja, pela internet.
Você já percebeu que está fazendo parte da história do dinheiro? Um dia, quando você usar somente o dinheiro eletrônico, você vai lembrar de como era pagar suas contas usando cédulas e moedas…
Assista ao vídeo abaixo e confira a história do dinheiro:
Vamos mostrar hoje a adição com reserva usando o material dourado, em 5 passos simples.
DOWNLOAD do Material Dourado para imprimir: http://bit.ly/ImprimirMaterialDourado
Lembrando que temos dois posts sobre o tema aqui no blog, um apresentando o material dourado e mostrando o sistema decimal usando suas peças e o outro post explicando como fazer números usando essa ferramenta. Segue os links para você conhecer:
Ensinando o Sistema de Numeração Decimal com Material Dourado
Criando Números Com Material Dourado
Passo 1:
Passo 2:
Agora você vai somar os cubinhos, ou seja, as unidades.
Depois de resolver com o material dourado, vamos representar matematicamente com a continha.
Você pode assistir um vídeo explicando como realizar essa adição. clique aqui
Criado pela educadora Maria Montessori, o Material Dourado é um objeto feito de madeira, dividido em peças que representam a unidade, dezena, centena e milhar.
O professor precisa compreender e valorizar o uso de materiais didáticos diferenciados e lúdicos em sua sala de aula, e ter a clareza que estes podem contribuir para uma aprendizagem com mais qualidade, por parte dos alunos.Confira 6 Atividades para você se divertir com a família nas férias:
1- Faça uma linha do tempo com fotos dos principais momentos que marcaram a sua vida até hoje.
2- Escolha as histórias que você mais gosta e monte teatrinhos com a sua família, você pode criar fantoches e contar história com eles.
3- Jogue Stop com a sua família, reúna todo mundo com papel e caneta na mão e passe uma tarde se divertindo.
4- Transforme uma refeição da sua família em um piquenique dentro de casa, na hora do lanche estenda uma toalha no chão, comam ali e se divirtam bastante!
5- Pegue na internet uma receita de massinha caseira e chame a sua família para brincar de massinha com você.
6- Brinque de casinha, coloque roupas divertidas e passe o dia imitando personagens.
Não é segredo pra você que a matemática é a matéria que mais confunde as crianças, certo? Muitas crianças acham a matemática chata ou não entendem, mas isso pode ser o primeiro passo para fracassar na escola!
O aprendizado da matemática começa no ensino fundamental e é a base de tudo, porque se uma pessoa chegar ao ensino médio com medos e dúvidas, a álgebra vai passar mesmo por cima dela!
Normalmente, as crianças que se saem bem e dominam a matemática, também são bem-sucedidas em outras matérias. E por que isso acontece?
Ao estudar matemática e errar uma atividade a criança falha e vai até tentando até acertar, pode parecer frustrante, mas ela está criando uma mente crítica que se abre a várias possibilidades quando tenta resolver um problema e se pergunta o porquê das coisas.
Não importa se a criança vai se tornar youtuber, jornalista, advogado, historiador ou psicólogo, em todas as profissões será bom se ela souber matemática.
Por ter uma mente bem desenvolvida em matemática, na área que a pessoa escolher trabalhar, ela vai impactar o mundo com a sua curiosidade e por não desistir fácil, que é uma característica de quem domina a matemática.